sábado, 15 de janeiro de 2011

Sábado, 15 de janeiro de 2011.

"Esta manha acordei com um desejo profundo e desesperado por você... tenho sonhos estranhos. Agora você é pequeno, macio e docil em meus braços; Agora você é poderoso e dominante, e é o líder... ao mesmo tempo dócil e indomável. O que você é? sei que você escreveu uma carta de amor a ........... e eu sofri. Encontrei pelo menos um prazer, que é ser capaz de conversar abertamente sobre você...".

Carta de Anaïs Nin à June Miller, distorcida.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Domingo, 9 de janeiro de 2011.

Isso me até me lembra uma velha canção:
"Quem é você, que chega tragando o ar do meu pé, balbuciando mentiras e gargalhando até..."

Domingo, 9 de janeiro de 2011.

É fato que a paixão é destrutiva... Estou quase em carne-viva.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Segunda-feira, 4 de outubro de 2010.

Pois tu me liberas
Das humanas quimeras,
Dos anseios vãos!
Tu voas então...

Arthur Rimbaud

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Quinta-feira, 22 de abril de 2010.

E, de repente, sinto-me sólido... Vivo...
Eu vôo então.
Quando me procurar tudo o que vai achar é um eu diferente, um eu errado, um eu em vão.
Descubro-me, senão,
Tudo o que vivo é abstrato.
Quantas palmas mais cavarei pra me achar irresponsável?
Não sei.
Só sei que, de tudo, só recordo de enrosco e desgosto.

Quinta-feira, 22 de abril de 2010.

Assim eu quereria meu último poema.

Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos siucidas que se matam sem explicação.

Manuel Bandeira - "O último poema"

quinta-feira, 25 de março de 2010

Quinta-feira, 25 de março de 2010.

You wanna hear about the deal I'm making?
You and me be running up that hill.